4º Revolução Industrial é tema do Fórum Econômico Mundial.

4ª revolução industrial é tema do Fórum Econômico Mundial

Fabrice Coffrini / AFP

Davos: a quarta revolução industrial combinará numerosos fatores como a internet dos objetos ou a “big data” para transformar a economia

A quarta revolução industrial, que implicará a perda de 5 milhões de empregos nos próximos cinco anos nas principais economias mundiais, vai ser o tema principal do Fórum Econômico Mundial, que começa hoje (20) em Davos, Suíça.

Além da perda de 5 milhões de empregos nos próximos cinco anos em todo o mundo, a quarta revolução industrial provocará “grandes perturbações não só no modelo dos negócios, mas também no mercado de trabalho nos próximos cinco anos”, indica um estudo da entidade que organiza o Fórum de Davos.

Depois da primeira revolução (com o aparecimento da máquina a vapor, da segunda (eletricidade, cadeia de montagem) e da terceira (eletrônica, robótica), surge a quarta revolução industrial que combinará numerosos fatores como a internet dos objetos ou a “big data” para transformar a economia.

“Sem uma atuação urgente e focada a partir de agora para gerir esta transição a médio prazo e criar uma mão de obra com competências para o futuro, os governos vão enfrentar desemprego crescente constante e desigualdades”, alerta o presidente e fundador do Fórum de Davos, Klaus Schwab, citado num comunicado.

Esta 46ª edição do Fórum de Davos, que termina em 23 de janeiro, ocorre num momento em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.

Apesar de ter passado quase meio século desde que começou, a atração do Fórum de Davos não diminui, pelo contrário parece reforçar-se, sobretudo tendo em conta a lista de participantes, entre os quais estão mais de 40 chefes de Estado e de Governo de todas as regiões do mundo.

Várias edições do Fórum Econômico proporcionaram encontros e diálogos inesperados, que, em determinadas ocasiões, contribuíram para baixar tensões entre países ou encaminhá-los para aproximações posteriores.

Assim, este ano, especula-se sobre eventuais encontros para ajudar a frear crises como as atuais, entre a Turquia e a Rússia ou a do Irã com a maioria dos países do golfo Pérsico, depois da execução na Arábia Saudita de um líder religioso xiita.

A localidade suíça de Davos, apreciada pelos esquiadores pelas ótimas infraestruturas, recebe anualmente delegações oficiais de alto nível de 80 países, além de entre 2 mil e 3 mil empresários executivos e líderes da sociedade civil, de confissões religiosas, da juventude e da arte.

A concentração de personalidades obriga os organizadores e o governo suíço a tomar medidas de segurança excepcionais, mas este ano estima-se que assumam dimensões nunca vistas até agora porque um encontro desse tipo é visto como um objetivo para os terroristas.

Um porta-voz da organização garantiu que não há motivo para preocupação, porque a segurança será “muito boa”.

Fundado em 1971, o Fórum de Davos apresenta-se como um “laboratório de ideias” para debater grandes temas relevantes para o mundo a curto e médio prazo.

Mudanças econômicas acabarão com 7 mi de empregos, diz Fórum

candidatos entrevista de emprego

Empregos: o estudo prediz o desenvolvimento nas áreas de inteligência artificial, robótica, nanotecnologia e impressão 3D

Da EFE

Genebra – Pelo menos sete milhões de empregos podem ser perdidos nos próximos cinco anos pelas transformações que a economia mundial sofrerá, e que o Fórum Econômico Mundial chamou de “quarta revolução industrial”.

A dois dias do início do Fórum de Davos, a entidade que o organiza apresentou nesta segunda-feira um relatório que analisa as transformações que a economia mundial e o mercado de trabalho soferão na próxima meia década.

O estudo afirma que, por causa da automatização, o mundo perderá sete milhões de empregos “de escritório”.

O estudo prediz o desenvolvimento nas áreas de inteligência artificial, robótica, nanotecnologia e impressão 3D.

Esta transformação tornará alguns empregos supérfluos e desnecessários, mas ao mesmo tempo abrirá a oportunidade para outra grande gama de funções.

É por isso que os economistas que assinam o estudo advertem que esta perda será compensada com a criação de dois milhões de novos empregos nas áreas de computação, engenharia, arquitetura e matemática.

A entidade baseou sua análise em dezenas de entrevistas com diretores de recursos humanos de 15 países, que possuem 65% do mercado de trabalho mundial.

“Sem uma ação urgente e específica para organizar a transição e contar com trabalhadores com a formação necessária, os governos terão que lidar com mais desemprego e mais desigualdade”, indicou, Klaus Schwab, diretor do Fórum.

A perda de empregos afetará de maneira praticamente igual mulheres (48%) e homens (52%).

No entanto, uma análise mais específica mostra que para cada cinco empregos perdidos para as mulheres, só um será recuperado para elas.

Já para os homens, a cada três empregos perdidos, os homens obterão um, ressaltou o estudo.

Empregos estão ameaçados por 4ª revolução industrial

internet das coisas

Internet das Coisas: a quarta revolução industrial transformará a economia mediante a combinação de diversos fenômenos já existentes

Da AFP

Paris – A quarta revolução industrial, impulsionada pela digitalização e pela impressão em 3D, resultará na supressão de 5 milhões de empregos em cinco anos nas maiores economias mundiais, segundo um relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF) divulgado nessa segunda-feira.

Esses fenômenos provocarão “grandes perturbações não só nos modelos empresariais como também no mercado de trabalho durante os próximos cinco anos”, afirma o WEF, organizador do Fórum de Davos que começará na próxima quarta-feira nesta cidade dos Alpes suíços.

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A quarta revolução industrial transformará a economia mediante a combinação de diversos fenômenos já existentes, como a internet das coisas e o Big Data.

A primeira revolução industrial foi desencadeada pela generalização da máquina a vapor, a segunda pela eletricidade e redes de montagem e a terceira pela eletrônica e pela robótica.

Esses processos transformaram radicalmente os processos produtivos e os mercados de trabalho e a quarta não será diferente, de acordo com o WEF, que prevê a supressão de cinco mil de postos de trabalho em cerca de quinze grandes países industrializados e emergentes.

Entre os países estudados estão Estados Unidos, Alemanha, França, China e Brasil.

“Sem ações urgentes e focadas para gerenciar essa transição a meio prazo e criar uma mão de obra competente para o futuro, os governos terão que enfrentar um aumento constante do desemprego assim como um agravamento das desigualdades”, explica Klaus Schweb, presidente e fundador do WEF, citado no comunicado.

Como os jovens vão enfrentar a Quarta Revolução Industrial

O que os jovens pensam sobre o futuro do trabalho

São Paulo – O que as transformações pelas quais o mercado de trabalho vai passar nos próximos anos impõem à agenda dos jovens?

A chamada Quarta Revolução Industrial – era da inteligência artificial, dos rôbos, impressão 3D, da nanotecnologia e da internet das coisas – vai cortar milhões de postos de trabalho, segundo relatório apresentado hoje pela entidade que organiza o Fórum Econômico Mundial.

E para enfrentar a competitividade crescente e as novas demandas no que diz respeito a habilidades técnicas e comportamentais, jovens já começam a desenhar um plano de desenvolvimento para a carreira.

É o que revela uma pesquisa da Infosys divulgada hoje. Com a participação jovens de países como Índia, África do Sul, Brasil, China, Grã-Bretanha, França, Austrália e Alemanha, o levantamento traz seus interesses e perspectivas para o futuro. Foram entrevistados mil jovens de cada um dos países, com idades entre 19 e 25 anos.

A importância da tecnologia aprece estar clara para grande parte dos participantes, sobretudo, aqueles oriundos de economias em desenvolvimento, como Índia, África do Sul, Brasil e China.

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS AO SITE:Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-os-jovens-vao-enfrentar-a-quarta-revolucao-industrial

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