Diário de uma refugiada: venezuelana, mãe solteira e com o coração entre dois países


Diário de uma refugiada: venezuelana, mãe solteira e com o coração entre dois países

Em meados de 2018, Francis não viu outra saída a não ser deixar sua cidade, Pariaguán, onde conhecia todo mundo, tinha casa e carro próprios e uma carreira construída com sua formação em direito e administração, e se mudar para um país onde nunca havia pisado. A Folha propôs que Francis escrevesse um diário durante um mês, em um convite para que ela pudesse revisitar sua trajetória como imigrante e colocar para fora um pouco do que teve que calar nesses dois anos e meio de exílio. De 31 de agosto a 28 de setembro, ela juntou escritos, fotos e desenhos em um caderno, entremeando passagens de seu dia a dia com lembranças de sua história.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=3N2DMjK3Alk


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